Startups de criptomoedas usam a lei islâmica Sharia para tentar entrar no cobiçado mercado do Oriente Médio
Startups que operam com criptomoedas têm buscado adequar-se à lei islâmica para ter permissão de operar no mercado arábe e, com isso, acessar os bilhões de dólares que circulam nas regiões do Oriente Médio. No entanto, a Arábia Saudita, um dos principais países muçulmanos e nação onde está situada Meca, não tem demonstrado uma posição […]
Startups que operam com criptomoedas têm buscado adequar-se à lei islâmica para ter permissão de operar no mercado arábe e, com isso, acessar os bilhões de dólares que circulam nas regiões do Oriente Médio. No entanto, a Arábia Saudita, um dos principais países muçulmanos e nação onde está situada Meca, não tem demonstrado uma posição
