Início » Últimas Notícias » Tribunal de Contas da União fala sobre inclusão de blockchain na estrutura da Ancine

Tribunal de Contas da União fala sobre inclusão de blockchain na estrutura da Ancine

Tribunal de Contas da União fala sobre inclusão de blockchain na estrutura da Ancine
Siga o CriptoFacil no Google News CriptoFacil

Em março de 2018, a Agência Nacional de Cinema (Ancine) anunciou uma parceria com o BNDES para usar blockchain. A utilização de blockchain pela Agência foi reforçada em 2019.

De acordo com uma publicação feita no Diário Oficial da União (DOU) no dia 02 de junho, o Tribunal de Contas da União (TCU) sugeriu a blockchain no processo de prestação de contas da Ancine.

Publicidade

Redução de custos e transparência

A Ancine já realizou estudos sobre a aplicação de blockchain em seus processos de prestação de contas. A conclusão foi que a tecnologia poderia ajudar a reduzir “incongruências operacionais”, bem como custos de processos feitos no papel.

Além disso, a transparência dos dados foi elogiada, sendo possível auditar publicamente o uso de recursos públicos pela Agência. Por fim, foi mencionado que um projeto-piloto estava em desenvolvimento em conjunto com o TCU.

No DOU do dia 02 de junho, foi publicado o acórdão nº 5948/2020 do TCU. Ele trata do relatório bimestral da Ancine prestado ao TCU, sobre medidas adotadas pela Agência.

🚀 Buscando a próxima moeda 100x?
Confira nossas sugestões de Pre-Sales para investir agora

Dentre as determinações impostas pelo TCU, uma delas menciona o emprego de “novas tecnologias”. Então, o acórdão faz menção direta à blockchain:

“[…] atente para o eventual emprego de novas tecnologias da informação, a exemplo do uso de blockchain, no bojo dos procedimentos de prestação de contas, com a subsequente análise dessas contas via robô virtual em prol do órgão federal repassador, podendo contribuir não apenas para a maior celeridade e efetividade no processo de prestação de contas dos repasses de recursos federais, mas também para a maior fidedignidade e confiabilidade das informações prestadas, de sorte a merecer os devidos estudos técnicos para o real desenvolvimento do aludido emprego, a partir da necessária implementação do correspondente projeto piloto para a efetiva aplicação dessas novas tecnologias da informação em determinado segmento de prestações de contas junto à Ancine […]”

Note-se que o TCU ainda reforça o estudo da tecnologia blockchain, e reforça a implementação do projeto-piloto para aplicar efetivamente blockchain e demais tecnologias.

Maior contorno para o projeto-piloto

Além disso, outro trecho do acórdão fala sobre a implementação do projeto-piloto.

Publicidade

Segundo o TCU:

“[…] ficando autorizado, para tanto, que o Ministro-Relator dê prosseguimento às atuais reuniões técnicas entre o seu Gabinete e os dirigentes da Ancine, com a participação, entre outros, de unidades da secretaria do TCU e de representantes das eventuais instituições públicas e privadas, em face da apresentação do respectivo cronograma de atividades com o correspondente plano de ação para a referida implementação do projeto piloto;”

Contudo, por enquanto, o TCU considerou o custo alto para implementação de blockchain pela Agência. Neste sentido, a Ancine preferiu reformular seus processos internos com as tecnologias disponíveis.

De qualquer forma, o projeto-piloto ganha maior contorno para um momento futuro.

Publicidade

Leia também: Jogadores de Minecraft poderão criar seus próprios ativos em blockchain

Leia também: CEO da Tron é “chefão” em jogo de RPG baseado na blockchain Ethereum

Leia também: Blockchain terá espaço em evento da justiça brasileira focado em inovações

Publicidade
Siga o CriptoFacil no Google News CriptoFacil

Deixe um comentário