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NFTs esportivos: é hype ou tem utilidade?

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Os tokens não fungíveis (NFTs) estão em alta no Brasil e no mundo chegando, inclusive, ao mainstream.

Até mesmo o mercado esportivo aderiu à onda dos colecionáveis digitais. Clubes brasileiros como Vasco da Gama e Esporte Clube Bahia, por exemplo, já lançaram suas próprias coleções de NFTs.

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Além dos clubes, algumas das ligas esportivas mais famosas do mundo – como a NBA e a MLB – entraram neste mercado. Até mesmo o Ultimate Fighting Championship (UFC) entrou na onda dos NFTs.

A Sorare é uma das plataformas de NFTs esportivos mais antigas do mercado, tendo sido lançada em 2019. Ela funciona como uma espécie de “Cartola FC em blockchain”, mas a nível global.

No jogo de futebol fantasia é possível comprar NFTs que representam jogadores e montar sua própria equipe. Atualmente, a plataforma é patrocinada por astros do futebol como Antoine Griezmann e Gerard Piqué.

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Em geral, clubes, ligas, federações e campeonatos esportivos usam os NFTs como uma forma de engajar fãs em todo o mundo e, ao mesmo tempo, como uma fonte nova de receita.

Mas será que esses tokens não fungíveis esportivos têm realmente tem utilidade para os usuários? Ou são apenas mais uma forma de os clubes levantarem recursos?

Na minha opinião, os NFTs esportivos chegaram para ficar, sobretudo quando consideramos o seu potencial para colecionadores. Se hoje, no mundo físico, o processo de verificação de autenticidade dos itens colecionáveis é caro e demorado, com a tecnologia blockchain isso é muito facilitado.

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Afinal, todas as informações sobre determinado item digital na forma de NFT estão registradas em um “livro” imutável, como um “certificado de autenticidade”.

Além disso, as negociações dos NFTs no mercado secundário podem vir a ser uma fonte de recursos quase inesgotável para clubes, ligas e empresas.

Então, o que o NFT cria de oportunidade para o mercado esportivo é algo gigantesco. E as grandes instituições, clubes e empresas já perceberam isso e vão investir cada vez mais pesado nesse mercado.

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Por fim, ainda tem o setor de blockchain games, que cada vez mais vai focar no mercado esportivo e que, naturalmente, vai ser baseado em NFTs. 

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Paulo Aragão

Economista, empreendedor, Vascaíno e apaixonado por criptomoedas. Acredita que o futuro é descentralizado e que estamos no caminho certo. Me siga no twitter: https://twitter.com/paulo_aragao