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México proíbe bancos de oferecer contas para empresas de criptomoedas

México proíbe bancos de oferecer contas para empresas de criptomoedas
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O México resolveu proibir qualquer tipo de operação com criptomoedas, conforme destacou o Secretário da Fazenda do país, Arturo Gutiérrez. A medida foi anunciada na segunda-feira (28) por meio da conta oficial do secretário no Twitter.

Inicialmente, o comunicado ressalta que, ao contrário de El Salvador, criptomoedas não constituem moeda de curso legal em território mexicano. Contudo, o texto vai além quando afirma que nenhuma instituição financeira está autorizada a “realizar e oferecer ao público operações com ativos virtuais.”

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Ou seja, a medida implica que bancos do país não poderão oferecer contas nem plataformas de negociação para criptomoedas.

Banco mexico

Além do secretário de finanças, o Banco Central do México e a Comissão Nacional de Bancos e Valores Mobiliários endossaram o comunicado. Além da proibição, as instituições especificaram que as criptomoedas não são ativos com curso legal, tampouco moedas. Por fim, as instituições alertaram sobre os riscos do uso de criptomoedas.

Resposta a bilionário?

Curiosamente, o comunicado de Gutiérrez veio na sequência da fala de Ricardo Salinas Pliego, terceiro homem mais rico do país. Pliego anunciou em 27 de junho que o seu banco, o Azteca, poderia oferecer serviços voltados a criptomoedas.

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Em 2020, Pliego investiu 10% de todo o seu patrimônio líquido em BTC e, a partir daí, começou a defender a criptomoeda sempre que possível. Muitos o consideraram como o “Michael Saylor mexicano” em virtude do perfil bilionário e entusiasta em relação ao BTC.

Nesse sentido, o próprio Pliego comentou a respeito da notícia em tom de desafio: “nós vamos ver”, disse ele. Embora Gutiérrez não tenha mencionado o bilionário, a medida atinge diretamente as intenções de Pliego. Agora, o banco Azteca precisará entrar em diálogo com o governo para reverter o cenário.

Além disso, o comunicado não faz referência às exchanges de criptomoedas, como a Bitso, que possui sede no México desde 2014. A empresa não se pronunciou a respeito do comunicado.

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