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Empresa usa clima do Ártico para facilitar mineração de Bitcoin

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Uma empresa russa está aproveitando a cidade siberiana de Norilsk, localizada acima do Círculo Polar Ártico para minerar Bitcoins.

Graças a Bitcluster, pela primeira vez na história, a mineração de Bitcoin chegou a um dos locais mais frios da terra. E, no que depender da empresa russa, a tendência é que a atividade só continue a crescer.

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Bitcoin no círculo polar ártico

A cidade de Norilsk é considerada uma das regiões mais ao norte do mundo. Ela é conhecida por sediar a mineradora de metais MMC Norilsk Nickel PJSC.

Trata-se da maior produtora mundial de Paládio e também produz quantidades colossais de Níquel, Cobre e Platina.

Conforme explicou o cofundador da Bitcluster, Vitaly Borschenko, em entrevista, a operação de mineração de Bitcoin da Norilsk está sendo contratada por interesses internacionais de todo o mundo.

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De acordo com o Bitcluster, apesar de a região ser extremamente fria isso é benéfico para a minerações. Afinal, as baixas temperaturas auxiliam no processo de resfriamento dos equipamentos.

Além disso, a empresa destacou que a região oferece um valor de energia 25% mais baixo que a rede da Rússia. Isso porque a cidade cria sua própria eletricidade por meio de gás natural e energia hidrelétrica.

Lugar perfeito para mineração de Bitcoin

Já no que se refere a equipamentos, a empresa russa disse que usa o Antminer S19s. Também informou que construiu centros de dados modulares para acomodar os dispositivos ASIC.

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“O lugar é perfeito para mineração de Bitcoin. Está frio e a área tem [uma] fonte de alimentação que não está ligada a nenhuma grade de energia da Rússia e é barata”, detalhou a empresa.

Por fim, a Bitcluster afirmou que, ao lado da empresa de mineração de metal Norilsk Nickel, a operação de mineração de Bitcoin será o segundo maior consumidor de energia da região de Norilsk.

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