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Regulamentação

Confira os principais países que apoiam, são neutros ou banem as criptomoedas

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O mercado de NFT está crescendo e o conceito de metaverso explodiu em 2021. E, apesar da tendência de montanha-russa no valor das criptomoedas, o Bitcoin também atingiu um recorde.

Com a adoção global do ecossistema das criptomoedas, os principais países do mundo também aceleraram a promoção da moeda digital do banco central (CBDC).

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Portanto, é inegável que a indústria de blockchain está atraindo cada vez mais a atenção de grandes players da indústria.

Por outro lado, como os formuladores de políticas e reguladores financeiros têm um maior grau de compreensão da tecnologia de criptomoeda e blockchain, as políticas de vários países no campo das criptomoedas estão se movendo para um caminho diferente.

Em 2021, a tendência geral de regulamentação da criptomoeda em vários países ainda pode ser dividida em três atitudes: neutro, pró e contra. Confira os principais países em cada uma das três atitudes.

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Pró Bitcoin

El Salvador: Um dos acontecimentos mais notáveis ​​da indústria de criptomoedas neste ano é que El Salvador, um país costeiro no norte da América Central, se tornou o primeiro país do mundo a adotar o Bitcoin como moeda legal.

De acordo com dados oficiais, o tesouro de El Salvador tem atualmente 1.241 Bitcoins, avaliados em mais de US$ 63 milhões.

Suíça: A Suíça, que sempre foi amigável com criptomoedas, também manteve essa tendência em 2021. Embora não seja como El Salvador, a estrutura regulatória do país, que permite a emissão e negociação de criptoativos, existe há muitos anos.

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Zug, localizada no norte da Suíça, tem a reputação de “Crypto Valley”. De acordo com dados oficiais, a Crypto Valley tem 11 empresas de unicórnios avaliadas em mais de US$ 1 bilhão.

Emirados Árabes Unidos: Dubai, a cidade mais populosa dos Emirados Árabes Unidos, também se tornou mais “amigável com as criptomoedas” este ano.

Em 20 de dezembro, foi oficialmente declarado que o Dubai World Trade Center (DWTC) se tornará uma zona cripto. No mesmo dia, a Binance assinou um acordo de cooperação com a Dubai World Trade Center Authority (DWTCA) para se juntar ao primeiro ecossistema de crioptoativos do mundo.

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Neutro

Estados Unidos: Embora os EUA tenham começado a se tornar mais amigáveis ​​com as criptomoedas, o pensamento regulatório e as políticas não foram totalmente resolvidos.

O prefeito de Miami, Francis Suarez, também tem uma conhecida atitude cripto-amigável. Em novembro, ele anunciou que seria o primeiro a aceitar Bitcoin como salário. Além disso, disse que dividiria parte dos ganhos com a criptomoeda da cidade com os residentes.

Mas ele não está sozinho nessa estrada e tem “concorrentes”. No início de novembro, Eric Adams, que ganhou a eleição para prefeito da cidade de Nova York, disse que queria transformar Nova York em uma cidade amiga da criptomoeda e competir amigavelmente com o prefeito de Miami na criptomoeda.

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No entanto, nem tudo é favorável às criptomoedas no país. Afinal, em 23 de dezembro, a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, a SEC, rejeitou pedidos de ETF à vista de Bitcoin

Proibido

China: Uma das grandes novidades no campo das criptomoedas neste ano nada mais é do que a proibição total de transações de criptoativos na China.

Em 2021, o país asiático intensificou a repressão às criptomoedas. Desde a retificação das operações de mineração ao longo do ano até 24 de setembro, o banco central e outros 10 ministérios emitiram um sinal claro para fortalecer a repressão às criptomoedas.

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Desde o anúncio do aviso, as exchanges de criptomoedas, incluindo Huobi, Binance, OKEx, declararam que se retirarão do mercado da China continental no final do ano.

A data de liquidação final para algumas dessas bolsas é 31 de dezembro de 2021. Vale ressaltar que a China já foi o país com o maior número de mineradores de Bitcoin no mundo.

A lista de países onde as criptomoedas são proibidas implicitamente também inclui: Turquia a Argélia, Bangladesh, Egito, Iraque, Marrocos, Nepal, Qatar, Tunísia, Tanzânia, Toga, Líbano e Bolívia.

As proibições implícitas referem-se àquelas que proíbem instituições financeiras de negociar criptomoedas ou fornecer serviços a pessoas ou empresas envolvidas em criptomoedas, e proibir as exchanges de criptomoedas de operar em suas jurisdições.

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