O mercado de empréstimos lastreados em criptomoedas entrou em uma nova fase de crescimento acelerado. Dados recentes mostram uma mudança clara no comportamento institucional. Bancos, fundos e gestoras buscam eficiência, transparência e segurança. Nesse cenário, o Bitcoin volta ao centro das decisões estratégicas.
Relatórios da Galaxy Research indicam que o volume de empréstimos com garantia em cripto deve ultrapassar US$ 90 bilhões até o fim de 2025. Esse número cria uma base sólida para uma expansão ainda maior em 2026. O mercado já se prepara para essa virada.
A principal razão desse avanço está na busca por ativos sólidos como colateral. Instituições rejeitam altcoins voláteis. Elas querem previsibilidade. Elas querem liquidez profunda. E, acima de tudo, elas querem Bitcoin.
Como o Bitcoin pode dominar o mercado de crédito cripto
O Bitcoin sempre foi visto como reserva de valor. Porém, agora, ele começa a ganhar utilidade financeira real. O avanço dos empréstimos descentralizados acelera esse processo. Cada vez mais instituições migram para protocolos on-chain.
Segundo a Galaxy, o mercado de crédito cripto atingiu US$ 73,59 bilhões no terceiro trimestre de 2025. O crescimento trimestral chegou a 38,5%, um salto histórico. Esse ritmo reforça a expectativa de novos recordes.
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Esse movimento também reflete uma mudança estrutural. Após colapsos de grandes plataformas centralizadas, investidores passaram a priorizar transparência e regras automáticas. Protocolos DeFi liquidam posições sem interferência humana. Isso reduz riscos e elimina intermediários.
Mesmo assim, obstáculos persistem. Liquidez limitada e lentidão operacional afastam grandes players. Além disso, muitas soluções exigem garantias em ativos frágeis. Para instituições, isso não faz sentido.
Como destaca Michael Saylor, o Bitcoin segue como o ativo mais escasso e confiável do mercado. O desafio sempre foi técnico. A camada base do Bitcoin não suporta operações DeFi complexas.
Por que o Bitcoin Hyper se tornou o novo padrão institucional
É nesse ponto que surge o Bitcoin Hyper. O projeto se apresenta como a Layer-2 mais rápida do Bitcoin. Ele combina segurança máxima com desempenho de alto nível.
Ao usar a Solana Virtual Machine, o Bitcoin Hyper oferece transações rápidas e taxas baixas. Isso elimina o estigma de lentidão associado ao DeFi tradicional. Instituições ganham eficiência sem abrir mão do Bitcoin.
Outro diferencial está no modelo de ponte. O BTC original fica bloqueado na rede principal. Um equivalente 1:1 circula na Layer-2. Tudo ocorre via contratos inteligentes auditados e provas de conhecimento zero. Não há custodiantes humanos.
Esse modelo reduz riscos operacionais. Ele também resolve um problema histórico, comum em soluções como WBTC. Grandes instituições não aceitam depender de terceiros para guardar bilhões em ativos.
O interesse já aparece nos números. Investidores iniciais aportaram US$ 30,2 milhões na fase de acesso antecipado. Além disso, o token HYPER terá aumento de preço nas próximas horas, reforçando o senso de urgência.
O HYPER funciona como combustível da rede. Ele paga taxas, viabiliza staking e sustenta a governança. Muitos investidores veem o token como uma aposta direta na expansão do crédito com Bitcoin.
Para comprar HYPER, basta acessar o site oficial do projeto. O token aceita diversas criptos e cartão. A equipe recomenda a Best Wallet, onde o ativo já aparece na seção de lançamentos.
Se o Bitcoin Hyper cumprir seu roadmap, bilhões em liquidez parada podem entrar no mercado. Isso pode redefinir o crédito cripto em 2026.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.



