A nova lei da Califórnia reacendeu o debate sobre o futuro do Bitcoin. A norma muda a rotina de milhões e pressiona investidores a adotar posturas mais ativas. O foco agora não é apenas guardar BTC, mas utilizá-lo com frequência para evitar riscos legais crescentes. A mudança altera a dinâmica do mercado em um momento sensível para o setor.
O Digital Financial Assets Law (DFAL) determina que qualquer Bitcoin parado em exchanges por três anos sem um ato de propriedade passa a ser tratado como ativo abandonado. A medida amplia a responsabilidade de plataformas como Coinbase e Kraken, que deverão enviar esses fundos ao controlador estadual caso não haja interação dos titulares.
A regra não afeta carteiras próprias, porém atinge diretamente quem deixa BTC parado em corretoras, sem operações ou acessos prolongados. Mesmo assim, um simples login já reinicia o prazo.
🇺🇸 California Governor Gavin Newsom has signed a bill allowing the state to transfer custody of any Bitcoin or cryptocurrency held on exchanges after three years of inactivity.
Under the law, inactive accounts on centralized exchanges are classified as “unclaimed property.” pic.twitter.com/a9YDVa2rHU
— Bitcoin Junkies (@BitcoinJunkies) January 6, 2026
Uma lei que muda o comportamento do investidor
Especialistas afirmam que a norma cria um incentivo claro: usar Bitcoin regularmente, mesmo que de forma mínima, para evitar a classificação como ativo abandonado. A mudança também levanta preocupações sobre possíveis réplicas em outros estados, ampliando o impacto regulatório para investidores de longo prazo.
Esse movimento ocorre justamente quando o mercado esperava maior clareza regulatória, mas poucos imaginavam uma pressão tão direta sobre a dormência de ativos digitais. Bancos, exchanges e empresas de custódia agora precisam revisar políticas internas para evitar disputas sobre propriedade.
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Além disso, analistas destacam que a medida pode transformar a forma como muitos lidam com o Bitcoin. O hodling passivo, antes celebrado como estratégia padrão, agora enfrenta um obstáculo regulatório inédito. O investidor que negligenciar sua conta pode descobrir que seus ativos foram transferidos ao Estado.
Bitcoin Hyper surge como alternativa para ativar o uso do BTC
A mudança também abre espaço para novas soluções. Entre elas, ganha destaque o Bitcoin Hyper (HYPER), uma Layer-2 construída sobre a segurança da rede Bitcoin. O projeto utiliza o Solana Virtual Machine para criar um ambiente de altíssima performance. Dessa forma, o BTC deixa de ser um ativo parado e ganha utilidade real em aplicações avançadas.
O modelo permite que usuários movimentem BTC dentro de um ecossistema veloz, sem perder exposição ao ativo principal. Isso reduz o risco de dormência exigida pela lei e amplia o potencial de uso diário. A proposta transforma o Bitcoin em uma moeda ativa, pronta para operar no ritmo que o mercado exige agora.
O token HYPER funciona como combustível da rede, enquanto o Bitcoin se mantém como base econômica. Essa combinação cria demanda crescente conforme mais investidores utilizam o sistema para evitar a nova pressão regulatória.
No fim, o quadro é claro. A era do hodling absoluto enfrenta seu maior teste, e a busca por utilidade ativa ganha força. O Bitcoin Hyper surge como resposta prática, oferecendo velocidade, segurança e aplicação real em um ambiente regulatório que exige movimento constante.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

