Na última quinta-feira (27), as famílias estadunidenses se reuniram para comemorar a data mais importante do país: o Dia de Ação de Graças. Entretanto, as comemorações que outrora giravam em torno das colheitas de milho e abóboras agora dividem espaço com outro tipo de colheita: a dos investimentos em criptomoedas.
O “encontro geracional” entre filhos, netos, pais, tios e avós tornou-se uma espécie de conferência informal sobre ativos digitais, onde os familiares mais velhos, muitas vezes alheios ao mercado digital, aproveitam a reunião familiar para perguntar aos jovens sobre Bitcoin e outras moedas digitais.

A situação tornou-se tão comum que virou meme nas redes sociais. Investidores divertem seus seguidores com piadas como “explicando para minha família porque disse para eles investirem em Bitcoin quando estava em US$ 126 mil” – uma referência irônica à pressão de justificar investimentos para parentes. Atualmente, o Bitcoin opera em torno de US$ 91,8 mil.
As criptomoedas da vez
O feriado se tornou uma espécie de “termômetro” não oficial das criptomoedas; momento em que os mais jovens têm a oportunidade de apresentar novos projetos para suas famílias. Nesse contexto, a Sentiment, plataforma especializada em análise de tendências em redes sociais, realizou uma pesquisa identificando as criptomoedas mais populares durante o feriado.
Como sempre, o Bitcoin (BTC) liderou com sua volta aos US$ 91,8 mil, gerando otimismo sobre adoção institucional. Enquanto isso, a Tether (USDT) esteve no centro de debates sobre suas reservas em ouro e possível rebaixamento de rating.
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A USD Coin (USDC) destacou-se como stablecoin preferida para operações em DeFi. Já a Tron (TRX) ganhou relevância por reduzir em até 90% as taxas para transações USDT.

A Nexo (NEXO), por sua vez, gerou discussões sobre mudanças em seu modelo de negócios. E o novo token Monad (MON) emergiu como promessa tecnológica com sua arquitetura inovadora. O feriado mais tradicional dos EUA tornou-se, assim, um importante termômetro para entender quais projetos e tendências estão capturando a atenção do mainstream.
O relatório demonstra que, se há alguns anos o Bitcoin era a única criptomoeda que conseguia espaço nas discussões familiares, hoje o cenário é bem diferente. Stablecoins como USDT e USDC ganham destaque nos debates sobre transparência e regulamentação; redes como Tron são comentadas por sua eficiência em transações; e projetos emergentes como Monad despertam interesse com suas inovações tecnológicas.

