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Onda de IPOs faz Brasil ganhar 42 bilionários em 2021

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A quantidade de bilionários na lista da revista Forbes cresceu em 2021. Agora são 315 super-ricos, um aumento de 42 pessoas em relação ao ano passado. Algumas empresas, como a metalúrgica Schulz, chegaram a colocar três novos bilionários de uma só vez.

Grande parte desse crescimento teve como propulsor as empresas estreantes na bolsa. De acordo com a Forbes, as ofertas iniciais de ações (IPO) fizeram a B3 atingir R$ 5,5 trilhões em valor de mercado, distribuídos em 388 companhias.

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Com isso, a bolsa brasileira alcançou o 5º lugar em capitalização de mercado no mundo inteiro. Juntos, os bilionários brasileiros acumulam patrimônio de R$ 1,9 trilhão em 2021.

“Os incentivos financeiros ao redor do mundo para fazer frente à crise aqueceram o mercado de capitais. Apenas no primeiro trimestre de 2021, foram realizados 27 IPOs e 13 follow-ons na B3. Esse contexto favoreceu diretamente o crescimento do clube dos super ricos”, disse a Forbes.

Novos ricos ganham destaque

Os 42 novos nomes são divididos entre 34 empresas, distribuídas em diversos setores diferentes. A lista abrange desde o tradicional até setores que nunca foram listados na bolsa antes.

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Entre os novatos, o mais rico é Marcelo Rodolfo Hahn, acionista da Blau Farmacêutica. O patrimônio de Han é estimado em R$ 7,5 bilhões e ocupa a 67ª posição na lista da Forbes. A riqueza do empresário aumentou depois que a Blau realizou seu IPO na bolsa, em abril deste ano.

Por outro lado, outra estreante cujos sócios ficaram bilionários foi a Méliuz, empresa que atua no setor de cashback. Como resultado, os fundadores da empresa, Israel Fernandes Salmen e Ofli Campos Guimarães, ocuparam a mesma posição na lista. Ambos estão na 297ª, com fortunas estimadas em R$ 1,15 bilhão cada.

A família Nogueira, controladora da Brisanet, empresa que atua no mercado de Internet banda larga, também figurou na lista. A empresa captou R$ 1,4 bilhão em seu IPO, porém a fortuna de José Roberto Nogueira, chefe da família, atingiu R$ 4,8 bilhões, quase três vezes mais.

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Por fim, a família Chade, principal acionista da Dotz, companhia de programas de fidelidade que fez sua estreia no mercado acionário brasileiro em maio deste ano. A empresa foi fundada pelos irmãos Roberto e Alexandre Saddy Chade, com o reforço do pai Oswaldo. Os três detêm cerca de 85% da companhia, ao passo que a família acumula R$ 1,53 bilhão em patrimônio total.

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